Só um desabafo…

Eu acho curioso quando alguém muito “conservador” diz: esses comunistas estão preocupados em não haver atendimentos pelo SUS, mas sempre foi super lotado, tadinho dos pobres, seus hipócritas. Comunistas, esquerdopatas…bla blá blá blá..

O fato curioso: vocês que dizem isso ( sim, sem virgula, é adjetiva restrita aos mal intencionados, àqueles que fazem o mau uso da palavra), voltando….Vocês que dizem isso no intuito de desmerecer algo pontual e emergencial, vocês nunca se importaram com o estrutural.
Vocês só querem essa pontualidade dos fatos para jogarem seus preconceitos para fora de uma forma mais concreta, por pura incapacidade de pensar de forma mais ampla contra as políticas públicas e debater à altura.

Vocês são aquelas pessoas que passam a vida odiando tudo que lembra pobreza, mesmo sendo “pobres”, muitas das vezes, odeiam com tudo o que podem.
O SUS na cabeça de vocês é pobreza, então vocês odeiam.
As pessoas que usam o SUS lembram pobreza, então vocês odeiam essas pessoas.
O SUS é mais do que o atendimento propriamente dito, é pesquisa, é ciência, é universalização de direitos e garantias fundamentais, mas quem vai ser atendido? Isso mesmo, àqueles que lembram pobreza, então vocês odeiam.

É curioso demais uma ministra dizer que é um absurdo a polícia entrar nas casas das pessoas num país onde nas favelas a polícia entra na casa das “pessoas” todos os dias.
Existem pessoas e pessoas.

Ninguém acha um absurdo?

Mesmo?

Sabe por que? Porque lá moram os que vocês odeiam.

O nosso presidente diz com todas as letras que a população deve se armar contra a “arbitrariedade” do Estado ( normalmente nos é apresentada em forma de impostos e na forma da polícia).
O favelado, objeto do ódio de vocês, vive com a arbitrariedade do Estado colada na testa, arrombando a porta e gritando em forma de tiro que eles não merecem nem o mínimo, nem as sombras da dignidade.
O favelado vai lá e se arma, mas são pobres, então você odeia.

Família, se vocês pegarem em armas, o que vocês acham que viraram?
Homicídio ainda é crime.
Arma foi criada exclusivamente para matar, família!

Vocês nunca se importaram com os atendimentos dos SUS.
Vocês nunca leram a legislação sobre o armamento, sempre puderam ter armas, sabia? Só é muito difícil e tem que ser mesmo, mas os outros que lutam para entrar em uma universidade ou ser aprovado em um concurso é que querem “mamatas”.
Curioso…

Nem indiferentes são a tudo isso.

Vocês odeiam! Simplesmente odeiam.
Ódio por ódio.

O ódio é tão cedo que vocês se venderam às mais baixas ideias por puro capricho.

Mas colocar a própria inteligência abaixo de conexões totalmente incoerentes é muita cegueira, vergonhoso.

Há pessoas morrendo de uma doença no mundo todo e vocês realmente defendem a ideia de que é de forma propositada para derrubar um governo.

É tanto ódio que vocês conseguem associar isto.
Governo este sim, que com todas as letras afirmou se aproveitar de uma pandemia real leiam NÃO INVENTADA, para armar as pessoas contra um inimigo que pode ser e é quem simplesmente não concorda com toda essa ideologia nojenta e antidemocrática.

“Ah, mas o vírus foi inventado”
Não interessa.
Ele mata. E mata muitos. E mata rápido. Isto é real.

Ainda assim conseguem brigar com as pessoas.

Não respeitam anos de estudos sérios dos técnicos das mais diversas áreas.

Por ignorância.
Por pura maldade.
Por capricho.
Por falta de carácter.
Olha, até para não perder o casamento.
Por puro ódio… vocês aceitaram.

Vocês sempre estiveram por aqui.

Patriotas?

Vocês odeiam esse país.

Simplesmente, odeiam e odeiam.

Isso é loucura.

#forabolsonaro

Sobre Bhakti Yoga

“vāco vegaḿ manasaḥ krodhavegaḿ

jihvāvegamudaropasthavegam

etān vegān yo viṣaheta dhīraḥ

sarvāmapīmāḿ pṛthivīḿ sa śiṣyāt”

25 de maio de 2020

Segunda-feira de um mês especial para mim e de um ano marcado por novidades para muitos. Um ano em que estamos sendo obrigados a pensar sobre nosso próprio papel.

Está amarelo. Gosto de dias amarelos, as outras cores parecem mais vivas também, e não, não odeio dias nublados. Deve ser por não ser daqui, “deve ser por ser de lá”♪. Não sei. Quem sabe?

Há certos movimentos que podemos fazer, é sobre esses certos movimentos que me atrevo a escrever. Não posso simplesmente travar esta conversa a esmo assim com quem quer que seja. Meu marido é bom em entender que às vezes eu simplesmente farei isso. Fica tudo bem. Mas hoje quis escrever, para ficar mais claro até para mim.

Existe uma publicidade nos letreiros dos pontos de ônibus de onde moro que diz: mude um hábito.

Mudar um hábito te parece fácil? Sabemos que não. Mudar apenas um hábito já é muito difícil, pois para mudarmos um hábito devemos mudar alguns padrões de comportamento. Intelectualmente entendemos o recado. Na verdade entender é um avanço, é um tipo de obtenção de conhecimento, mas ainda falta. Importante também é saber o porquê. Por que mudar um hábito? Talvez benéfico seja.

Mas ainda que não alcancemos mudar um hábito, sempre podemos fazer algum movimento pró este movimento desejado.

A aspiração é sobre um movimento principal, mas exitem movimentos anteriores e que muitas das vezes deverão existir em paralelo.

O verso acima tem a seguinte tradução:

“Uma pessoa sábia e auto controlada que pode subjugar o ímpeto de falar, a agitação da mente, o ataque da ira, a veemência da língua, as exigências do estômago e a agitação dos genitais, pode instruir o mundo inteiro. Em outras palavras, todas as pessoas podem se tornar discípulos de uma pessoa auto controlada assim.”

A publicidade fala sobre a mudança de um hábito. O verso fala sobre 6 impulsos, no caso, desfavoráveis às praticas espirituais (sadhana bhakti). Antes de parar de ler, saibam que este verso não fala sobre a prática espiritual propriamente dita, fala sobre o comportamento de alguém autorealizado.

Este verso fala sobre 6 padrões de comportamento, os quais só conseguem ser minimamente amenizados por muitas mudanças de muitos hábitos. Parece impossível? Na minha condição é. Mas será que nada podemos fazer pró este movimento?

Alguma coisa podemos fazer.

Sempre podemos fazer algo.

“Como bhakti é uma função auto-manifesta da potência do senhor (svarupa-sakti), quando ela faz o seu aparecimento essas seis paixões se acalmam automaticamente.

-Sru Upadesamrta, 1º verso, comentário de Sri Radha-ramana dasa Gosvami

Bhakti é como as batidas do coração, ela pulsa de forma independente.

Você tem poder de deliberação sobre as batidas de seu coração?

Não, certo?!

Ele baterá você querendo ou não, ele baterá você sabendo disso ou nunca sabendo, certo?!

Você consegue pensar em hábitos que podem ser desfavoráveis a este movimento?

Talvez consiga.

E movimentos favoráveis? Consegue? Sim! Andar um pouco a cada dia, nadar, se alongar, comer um pouco melhor, não amar tanto os problemas, ficar mais tranquilo…essas coisas neh? Você saberia dizer. Com certeza saberia dizer e já viu algum exemplo real disto.

E se você comete um excesso? Sabe, há movimentos muito fortes que podem frear as batidas do coração, às vezes sabemos ou não, às vezes é propositado ou não e dentro destes movimentos fortes há aqueles mais e mais graves. Sabe? Correr demais pode não ser bom. Nunca andar, também é muito ruim. Em bhakti ignorar as regulamentações é tão prejudicial quanto ser fanático. Percebe?

Não é andar mais ou menos, é andar o suficiente, porém direito, um pouco mais para avançar, mas o suficiente para seu nível de caminhada dentro de suas condições físicas e circunstancias as quais você se encontra. Não é correr até infartar. Em bhakti também é assim, não deve-se seguir as regulamentações mais ou menos, mas de forma íntegra e equilibrada.

O que não quero dizer é: vou seguir esta regra por que é mais conveniente e esta outra não, pois dá muito trabalho, então estou equilibrado.

Não é isso que estou falando.

Se você precisa andar um pouco e parar de comer gordura para seu coração bater melhor, você deve adotar estes hábitos, se algum é muito distante de sua realidade, se algum é muito exigente para você, você não pode dizer que há um equilíbrio entre andar todos os dias e comer de forma igual antes. Você poderá dizer: algum movimento estou fazendo, sei que ainda falta e meus erros não podem ser justificados pela própria ideia de equilíbrio. Posso tentar comer um pouco menos de gordura. Mas não deixar de andar. Entende?

Ainda que seja impossível na sua condição mudar, alguma coisa você pode fazer.

Em bhakti é igual. Não devemos justificar nossos erros na própria filosofia, devemos sim, olhar com amor e afeição a todos os movimentos. Ser sinceros e ter fé. Se temos a sorte de conhecer alguém auto realizado, devemos ter fé, humildade(sinceridade). Mas não diga que nada pode ser feito por você mesmo. Sempre podemos e devemos fazer algo.

Dos movimentos desfavoráveis às batidas do coração, temos as mais graves, aquelas muito graves, se você tomar veneno ele para. Aquele movimento independente, involuntário, sabe? Ele cessa.

Em bhakti, sabe?! É igual. Se você faz um movimento muito radical, como simplesmente ignorar certas coisas por capricho ou ser fanático ( e neste Brasil, sabemos o que causa o fanatismo) você pode fazer parar, por seu poder de deliberação. Não estou falando das pessoas que não sabem que cometem ofensas, estou falando daquelas que sabem e ainda se justificam. Chamamos de namaparadha, isso é grave em bhakti, isso é veneno.

Sobre o que não podemos falar, não falemos. Não entendemos a misericórdia e nem podemos medir a fé de cada um, podemos fazer movimentos para obter misericórdia e ter nossa fé. Então este verso é o que podemos almejar alcançar.

Devemos ter este comportamento no sadhana bhakiti em em tudo na vida. Se vai ser bom materialmente?! Com certeza sim. Se vai ser bom em bhakiti??! Acreditar beira ao conceito que tenho de fé, então é individual.

Sempre podemos fazer algo, que não seja justificar nossos erros.

Que sejam movimentos pró-movimentos.

Hare Krishna

Nmastê

O verso acima

20 de abril de 2020,

09:17 da manhã,

está sol, mas está frio.

Pelo menos aqui perto da floresta está.

Hoje não é um dia especial e como de costume, passa alguns pensamentos assim que acordo de como poderia ter respondido a certos comentários, por assim dizer. Talvez eu seja mesmo a pessoa que guarda teorias inteiras dentro de si por preguiça.

Eu não acordo essa hora, às 9 da manhã já aconteceu meio mundo de coisas onde vivo e não acho grandes coisas, é só uma forma de si viver também.

Outro dia, por pura preguiça em explicar um ponto de vista, eu respondi simplesmente: É!!!! É mesmo!

“Mas você não acha que colocar o nome de seu filho de acordo com a sua religião não seria uma imposição? Que liberdade você está dando para seu filho? E se ele crescer e quiser ser macumbeiro? Qual o problema?”

Eu disse apenas: É!!! É mesmo!

Mas na verdade, eu só levantaria as questões de fato se achasse que valesse a pena. Algumas pessoas merecem apenas a minha preguiça.

Eu não admito ser arrogante de forma conformada, na verdade eu gostaria de ser doce, mas eu não sou assim pois jamais acusaria as pessoas desta forma, eu não me meteria.

Mas eu entendo a necessidade das pessoas em tudo contestar. As pessoas gostam de serem levadas, e acreditam que estão sendo livres.

1º ponto – Dar nome aos que nascem: só o ato em si já está inserido em um costume. nascer é um fato natural, a forma de parto, como se nasce, é cultural. Ter de dar um nome é cultural. Escolher um nome é uma falsa escolha ou é o que podemos fazer diante de uma imposição já posta. Não é justo culpar as pessoas em particular, quando na verdade, por um estado de paz social, foi estabelecido por uma ordem estatal que esta seria uma das exigências mínimas para ser considerado cidadão em determinado Estado.

2º ponto – Ensinar seus valores: você vai ensinar seus valores. Você e sua prole não escaparão, até a ausência de valores será passada. Ensina-se pelo exemplo. Quando foi que demos ouvido? Os bebês aprendem por imitação. Você vai falar seu idioma. E se ele quiser falar outro? Que liberdade você estará dando? Que pergunta. Sua forma de vida será passada, é o que você tem. E tudo bem. não deixem que te façam sentir-se culpado por você ser você. Você está dando o seu melhor, quem não está, não está preocupado, não escrevo para estes.

3º ponto – A falsa liberdade: se você está tão preocupado assim na religião que seu filho terá quando tiver discernimento para escolher, você não está sendo livre nem com seus pensamentos, está “super” tentando controlar. As pessoas são livres para fazer estas escolhas, isto não é problema seu nem quando se trata do seu filho. Por que isto seria uma preocupação? Não importa o nome que você dará, ele vai ser quem ele puder ser. E o seu nome provavelmente tem um significado, acredite, as chances de ser religioso é bem grande.

Você compra roupas de meninos para seu filho se ele nasce com pênis e dá nome de menino. E si ele na verdade está só em um corpo de menino? Seus sentidos, sua essência, enfim, se tudo for feminino e ele resolver ser de todo, inclusive externamente, ser feminino? Essa possibilidade existe, você deixará de colocar o nome do seu filho? De alguma coisa você terá de chamar. Seria muito chato se chamar: Ser Humano 348297128. Mas até com isso nos acostumaríamos e pasmem, acharíamos natural.

4º ponto – você está seguindo a moda de contestar as religiões cegamente como os fanáticos. Não se preocupe com isto. Estamos no Brasil, vivemos processos históricos nos quais algumas religiões fizeram parte de uma tomada de poder e tantas outras eram as que não interessavam ao Estado, se existe algum outro lugar no mundo onde isto ocorreu, me avisem, ops..acho que todos. Por isto, deu-se o estabelecimento de um estado laico, que infelizmente tem visto seus pequenos passos que estava dando neste sentido, sendo apagados por uma onda de fanáticos.

Ser cego em uma ideia é ser fanático, na minha religião há fanáticos, há ateus fanáticos.

Fazer escolhas é preciso, muitas vezes tomar consciência de que estas escolhas são feitas por circunstâncias, nos ajuda a ver que sempre há inúmeras possibilidades. A que você faz é correta e a outra que você sabe e não tomou também e sabe mais o que? As que você nem imagina, também podem estar corretas. E daí? Não teremos em uma só vida a experiência de tudo que existe, de tudo que pode ser. Não existe escolher todas, você não concluirá nada. E isto é uma das poucas certezas que tenho. A de que eu tenho escolhas sob o que me é imposto.

10:10 da manhã.

Foi um desabafo. Só isso.

Fale sobre você (exemplo de post)

Este é um exemplo de post, publicado originalmente como parte da Blogging University. Inscreva-se em um dos nossos 10 programas e comece o seu blog do jeito certo.

Você vai publicar um post hoje. Não se preocupe com a aparência do seu blog. Não tem problema se você ainda não tiver dado um nome para ele ou se parecer complicado. Basta clicar no botão “Novo post” e dizer por que você está aqui.

Por que fazer isso?

  • Para contextualizar novos leitores. Qual seu objetivo? Por que as pessoas deveriam ler seu blog?
  • Isso ajudará você a se concentrar nas suas próprias ideias para seu blog, bem como o que você pretende com ele.

O post pode ser curto ou longo, uma introdução à sua vida ou uma declaração de missão para o blog, um manifesto para o futuro ou um simples resumo dos tópicos que você planeja publicar.

Para ajudar você a começar, confira algumas perguntas:

  • Por que você está fazendo um blog público, em vez de manter um diário pessoal?
  • Sobre quais assuntos você quer escrever?
  • Com quem você gostaria de se conectar por meio do blog?
  • Se você usar o blog direitinho durante o próximo ano, o que espera conquistar?

Você não precisa se ater a nada disso. Uma das partes mais interessantes sobre os blogs é que eles evoluem constantemente enquanto aprendemos, crescemos e interagimos uns com os outros, mas é sempre bom saber de onde e por que você começou. Além disso, organizar seus objetivos pode dar ideias para outros posts.

Não sabe por onde começar? Escreva o que vier primeiro à cabeça. Anne Lamott, autora de um livro sobre escrita que amamos, diz que você precisa se permitir escrever um “primeiro esboço ruim”. Anne tem razão. Comece a escrever e se preocupe em editar depois.

Quando estiver tudo pronto para publicar, selecione de três a cinco tags que descrevam o foco do seu blog, como escrita, fotografia, ficção, maternidade, gastronomia, carros, filmes, esportes ou o que for. Essas tags ajudarão as pessoas que se interessam por esses tópicos a encontrar seu blog no Leitor. Não deixe de incluir a tag “zerotohero” para que novos blogueiros também encontrem você.

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